quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sete, dez, quinze, dezoito anos e ainda não há nada mais do que uma folha de papel em branco, a promessa que o mundo pode ser do jeito que quero. Um lugar mágico, emocionante, possível. As borrachas apagam os erros. Outra camada de tinta para cobrir tudo. Preto e vermelho e roxo e azul. Sempre azul.

Nenhum comentário:

Postar um comentário