Sete, dez, quinze,
dezoito anos e ainda não há nada mais do que uma folha de papel em branco, a promessa que o mundo pode ser do jeito que quero. Um lugar mágico, emocionante, possível.
As borrachas apagam os erros. Outra camada de tinta para cobrir tudo. Preto e vermelho e roxo e azul.
Sempre azul.
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